quarta-feira, março 21, 2007

Sem querer, descobri uma "verdade" que alimenta a fotografia colocada, hoje, neste blog- obli[quidade]. Aliás, talvez fundamente todas as minhas outras imagens - as reais e as imaginárias (e, afinal, não são a mesma coisa?)

Obrigada Baudrillard!
"Sou um dissidente da verdade. Não creio na ideia de discurso de verdade, de uma realidade única e inquestionável. Desenvolvo uma teoria irónica que tem por fim formular hipóteses. Estas podem ajudar a revelar aspectos impensáveis. Procuro reflectir por caminhos oblíquos. Lanço mão de fragmentos, não de textos unificados por uma lógica rigorosa. Nesse raciocínio, o paradoxo é mais importante que o discurso linear. Para simplificar, examino a vida que acontece no momento, como um fotógrafo. Aliás, sou um fotógrafo".

in Revista Época, 7 de Junho, 3003
(Rio de Janeiro)

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